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Quem são os principais influenciadores de festas e eventos do Brasil? Conheça 10 criadores

Conheça dez criadores brasileiros ligados a festas, festivais, shows, vida noturna, produção cultural e descoberta de experiências.

17 de setembro de 2026por Bora pro Rolê
Quem são os principais influenciadores de festas e eventos do Brasil? Conheça 10 criadores

Quando pensamos em influenciadores de festas e eventos no Brasil, é fácil lembrar de grandes celebridades que aparecem em camarotes, festivais e festas concorridas. Existe, porém, outra categoria de criador crescendo dentro desse mercado: pessoas que transformaram festas, festivais, shows, vida noturna e experiências em parte recorrente do próprio conteúdo.

São criadores que ajudam o público a descobrir onde sair, mostram os bastidores dos principais festivais do país, produzem guias, registram experiências e, em alguns casos, também trabalham profissionalmente dentro do mercado de eventos.

Entre os nomes que transitam por esse universo estão Felipe Gouveia, Ramon Araujo, Ana Trackid, Laura Vicente, Naetê Andreo, Alícia Viu, Dani Moreira, Ana Júlia Melo, Jesss Brasil e Luana Zucoloto. A seleção não representa um ranking por número de seguidores. Ela reúne diferentes perfis que possuem conexão com festas, festivais, entretenimento, cultura e experiências.

O que é um influenciador de festas e eventos?

Um influenciador de festas e eventos é um criador cuja produção de conteúdo possui relação recorrente com experiências presenciais como festivais, shows, festas, baladas, Carnaval, eventos culturais ou vida noturna.

Essa influência pode acontecer de maneiras bastante diferentes. Há quem seja especializado em cobertura de grandes festivais, quem produza conteúdo sobre música eletrônica e nightlife, quem ajude seguidores a encontrar o que fazer em determinada cidade e quem tenha experiência profissional nos bastidores da produção de eventos.

É justamente por isso que quantidade de seguidores, isoladamente, não é suficiente para entender esse mercado. Especialização, comunidade, presença em eventos, capacidade de descoberta e autoridade construída dentro de determinado nicho também fazem parte dessa equação.

A seguir, conheça alguns criadores brasileiros que ajudam a representar essas diferentes vertentes.

1. Felipe Gouveia: conteúdo, produção de eventos e o Bora pro Rolê

Felipe Gouveia, criador do Bora pro Rolê e produtor de eventos
Felipe Gouveia, criador do Bora pro Rolê e produtor de eventos.

Felipe Gouveia é criador de conteúdo, produtor de eventos, DJ e profissional de marketing. Com cerca de 37 mil seguidores no Instagram, sua relação com o universo das festas não se limita ao conteúdo publicado nas redes sociais. Gouveia também atua nos bastidores do entretenimento e é criador do Bora pro Rolê, portal especializado em festas, shows, festivais e descoberta de eventos.

O portal já ultrapassou 1 milhão de impressões orgânicas no Google, segundo dados do Google Search Console do projeto. Esse alcance adiciona uma dimensão diferente à presença digital de Felipe. Além da audiência construída nas redes sociais, conteúdos ligados ao seu ecossistema também alcançam pessoas no momento em que elas pesquisam por festas, shows, ingressos e experiências.

O Bora pro Rolê nasceu em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e posteriormente ampliou sua cobertura para o eixo Rio e São Paulo. A plataforma passou a reunir conteúdos sobre eventos próprios e de terceiros, indicações de festas e shows, informações sobre ingressos e descoberta de experiências.

A relação de Felipe com esse mercado, entretanto, começou antes dessa expansão editorial. Desde 2018, sua trajetória passa pela produção de festas e eventos universitários, além de projetos relacionados à cena LGBTQIA+. Em 2019, por exemplo, participou ao lado de Thiago Araújo e Gui Acrízio da chegada da Festa Treta a São José do Rio Preto, acumulando naquela edição as funções de produtor e DJ.

Essa mistura entre criação e bastidores continuou aparecendo em outros projetos. Como DJ, Felipe participou de eventos e programações que também receberam artistas de alcance nacional. Como produtor e profissional de marketing, passou a trabalhar temas como divulgação, posicionamento, venda de ingressos, construção de comunidade e comportamento do público.

Em 2026, com a expansão do Bora pro Rolê para Rio de Janeiro e São Paulo, essa atuação passou a ganhar uma dimensão geográfica maior. O projeto deixou de estar concentrado apenas na cena de São José do Rio Preto para avançar como plataforma de descoberta de eventos em diferentes mercados.

Por isso, o posicionamento de Felipe Gouveia dentro desse universo está justamente na intersecção entre criador de conteúdo, produtor de eventos, mídia especializada e experiência de pista. Ele frequenta e produz conteúdo sobre eventos, mas também conhece a operação existente por trás deles.

2. Ramon Araujo: criação de conteúdo dentro dos grandes festivais

Ramon Araujo, criador do Criando Todo Dia
Ramon Araujo, fundador do Criando Todo Dia. Foto: divulgação.

Ramon Araujo, fundador do Criando Todo Dia, construiu uma relação especialmente forte com a produção audiovisual dentro de festivais.

Sua trajetória inclui coberturas de eventos como Rock in Rio, Lollapalooza e Tomorrowland, mostrando como a criação de conteúdo feita essencialmente com dispositivos móveis pode ocupar espaço dentro de alguns dos maiores festivais do mercado.

O trabalho de Ramon também chama atenção porque ultrapassa o conceito tradicional de influenciador que simplesmente comparece a um evento. Sua atuação está relacionada à produção do conteúdo em si, com preocupação sobre captação, narrativa e construção de vídeos capazes de traduzir a experiência do festival para quem acompanha pelas redes.

Esse posicionamento fez com que se tornasse uma referência interessante para quem acompanha não apenas festivais, mas também creator economy e produção audiovisual mobile.

3. Ana Trackid: música eletrônica, festas e cultura nightlife

Ana Trackid, criadora de conteúdo sobre música eletrônica e eventos
Ana Trackid produz conteúdo dedicado à música eletrônica.

Dentro do universo da música eletrônica, Ana Trackid representa uma vertente mais próxima da cultura das pistas, DJs e festas.

Seu conteúdo ganhou repercussão ainda maior em 2026 depois que voltou aos holofotes uma história envolvendo uma publicação sobre uma festa privada que reuniu nomes como Swedish House Mafia, Solomun e Vintage Culture.

A situação ajuda a dimensionar a proximidade de seu conteúdo com a cena eletrônica. Em vez de abordar entretenimento de maneira genérica, Ana ocupa um território diretamente conectado ao que acontece dentro e ao redor das festas desse universo.

Para quem acompanha música eletrônica, DJs, festivais e nightlife, perfis especializados como o dela exercem um papel que anteriormente ficava concentrado em veículos e páginas especializadas.

4. Laura Vicente: dos bastidores do Lollapalooza ao Rock in Rio

Laura Vicente, apresentadora e criadora de conteúdo
Laura Vicente, apresentadora e criadora de conteúdo. Foto: Breno da Matta.

Laura Vicente possui uma das trajetórias mais consolidadas desta seleção quando o assunto é cobertura de grandes eventos musicais.

Durante anos, tornou-se um rosto recorrente dos bastidores de festivais e eventos transmitidos pelo Multishow. Sua trajetória inclui trabalhos relacionados a Lollapalooza Brasil, Rock in Rio, Festival de Verão e outros grandes acontecimentos da música brasileira.

Essa experiência coloca Laura em uma categoria um pouco diferente da geração de criadores que nasceu diretamente no TikTok ou Instagram. Sua presença foi construída na intersecção entre televisão, apresentação, redes sociais e cobertura de entretenimento.

Nos bastidores dos festivais, entrevistas com artistas, momentos espontâneos e a tradução da atmosfera existente fora do palco se tornaram elementos importantes de seu trabalho.

5. Naetê Andreo: o olhar de uma rolezeira sobre experiências

Naetê Andreo, criadora de conteúdo e videomaker
Naetê Andreo, criadora de conteúdo, videomaker e diretora criativa.

Naetê Andreo é criadora de conteúdo, videomaker e diretora criativa. Seu trabalho mistura audiovisual, comportamento, moda, experiências e entretenimento.

A própria YOUPIX já a definiu como uma rolezeira ao destacar a presença de shows, festas, praia, gastronomia e looks em sua produção de conteúdo. É uma descrição interessante porque representa uma categoria relevante dentro desse mercado: o criador para quem o rolê não é necessariamente uma editoria isolada, mas parte do próprio lifestyle retratado nas redes.

Essa abordagem faz com que festas e eventos apareçam contextualizados dentro de uma narrativa mais ampla de comportamento, estética e vida urbana, aproximando a experiência presencial da linguagem típica das redes sociais.

6. Alícia Viu: festivais através do audiovisual

Alícia Viu trabalha na intersecção entre criação de conteúdo, filmmaking e direção criativa.

Sua trajetória inclui trabalhos para grandes marcas e coberturas de eventos como Lollapalooza e Baile da Vogue, combinando storytelling, audiovisual e uma linguagem desenvolvida para as plataformas digitais.

O diferencial aqui está novamente no formato. Um festival pode gerar milhares de publicações simultâneas, mas criadores com experiência audiovisual trabalham para transformar aquela experiência em uma narrativa própria, em vez de simplesmente registrar o que está acontecendo.

Essa transformação do evento em conteúdo é uma das características que tornam creators cada vez mais presentes nas estratégias de festivais, patrocinadores e marcas.

7. Dani Moreira: festivais, shows e experiências em Belo Horizonte

Dani Moreira, criador de conteúdo de Belo Horizonte
Dani Moreira produz conteúdo sobre experiências em Belo Horizonte.

Dani Moreira amplia geograficamente essa conversa ao produzir conteúdo relacionado principalmente a Belo Horizonte.

Entre suas editorias estão indicações de restaurantes, lugares e experiências, além de uma categoria específica dedicada à cobertura de eventos, festivais, shows e ativações de marca.

O perfil mostra como a influência relacionada a eventos não precisa necessariamente estar concentrada em festivais nacionais. Criadores regionais podem exercer uma função importante na descoberta do que fazer em suas cidades, conectando gastronomia, entretenimento, cultura e vida urbana.

Para produtores e marcas, essa característica também torna os criadores locais relevantes porque eles conversam com uma audiência que possui possibilidade real de comparecer às experiências apresentadas.

8. Ana Júlia Melo, Naju: rolê, produção cultural e Carnaval

Naju Melo, produtora cultural, comunicadora e criadora de conteúdo
Naju Melo reúne comunicação, produção cultural e Carnaval.

Ana Júlia Melo, conhecida como Naju, reúne comunicação e produção cultural em sua atuação.

A própria definição utilizada em seus canais ajuda a explicar o posicionamento: “rolezeira, produtora cultural, empreendedora, comunicadora e carnavalesca”.

É uma combinação particularmente interessante para entender o conceito de influência dentro do mercado de eventos. Assim como acontece com outros nomes desta lista, a relação com o rolê não termina na publicação de uma foto ou vídeo. Existe também proximidade com o universo da produção e da cultura.

O Carnaval acrescenta outra dimensão importante, já que blocos, festas, desfiles e experiências carnavalescas constituem um dos maiores ecossistemas de entretenimento presencial do Brasil.

9. Jesss Brasil: onde ir e o que fazer na cidade

Jesss Brasil, criadora de conteúdo sobre rolês e experiências
Jesss Brasil ajuda o público a descobrir rolês e experiências.

O conteúdo da Jesss Brasil se aproxima da categoria de descoberta urbana. Em vez de falar exclusivamente sobre grandes festivais, sua produção ajuda seguidores a encontrar lugares, experiências e atividades principalmente em São Paulo, além de conteúdos relacionados ao Rio de Janeiro.

Essa curadoria se transformou inclusive em produto. A criadora desenvolveu um aplicativo que reúne centenas de lugares recomendados e uma agenda com atividades como exposições, festas, teatro e outros eventos culturais.

É uma evolução interessante do papel tradicional do influenciador. O conteúdo deixa de existir apenas dentro do feed e passa a funcionar como ferramenta de descoberta.

Para o mercado de eventos, esse modelo é particularmente relevante porque uma das maiores necessidades do público acontece antes do evento: descobrir que ele existe.

10. Luana Zucoloto: entretenimento e conteúdo em grandes eventos

Luana Zucoloto, humorista e criadora de conteúdo
Luana Zucoloto, humorista e criadora de conteúdo.

Luana Zucoloto construiu uma presença digital ligada principalmente ao humor e ao entretenimento, mas grandes eventos também aparecem em sua produção.

Um exemplo aconteceu durante o Lollapalooza, quando conteúdo produzido dentro do festival ganhou repercussão e ajudou a transformar uma situação típica da experiência presencial em entretenimento para as redes.

Ela representa uma categoria diferente de alguns dos nomes anteriores: criadores que não necessariamente constroem toda a identidade em torno de festivais, mas conseguem transformar o ambiente desses eventos em conteúdo com grande capacidade de circulação.

Por que influenciadores de eventos estão ganhando espaço?

O comportamento do público ajuda a explicar esse fenômeno. Antes de comprar um ingresso, é comum pesquisar como foi a edição anterior, procurar vídeos do espaço, conferir o público que frequenta determinada festa, descobrir quais atrações valem a pena e tentar entender se aquela experiência combina com o que se procura.

Nesse processo, creators passaram a ocupar um espaço que anteriormente pertencia quase exclusivamente à publicidade do próprio evento e à imprensa especializada.

Existe também uma diferença fundamental entre mostrar um produto e mostrar uma experiência. Um festival acontece simultaneamente no palco, na pista, nas ativações das marcas, nos encontros do público, nos looks, na gastronomia e nos acontecimentos inesperados. Cada criador consegue contar uma parte diferente dessa história.

É justamente por isso que festivais e grandes eventos se tornaram ambientes tão férteis para a creator economy.

Influência em eventos vai além do número de seguidores

O tamanho da audiência continua sendo relevante, mas não explica sozinho a influência dentro de um nicho.

Um criador especializado em música eletrônica pode conversar com uma comunidade muito mais qualificada para determinada festa do que uma celebridade com milhões de seguidores. Da mesma forma, um perfil regional pode possuir influência maior sobre a decisão de comparecer a um evento local do que um creator nacional.

Há ainda criadores que acumulam outras formas de distribuição. Felipe Gouveia, por exemplo, combina aproximadamente 37 mil seguidores no Instagram com o alcance orgânico do Bora pro Rolê no Google. Jesss transformou sua curadoria em aplicativo. Ramon Araujo desenvolveu autoridade ligada à própria produção de conteúdo em festivais.

São modelos diferentes de construção de influência, mas todos mostram como o mercado está se tornando mais complexo do que simplesmente comparar números de seguidores.

O papel dos criadores na descoberta de festas e festivais

Para quem produz eventos, a mudança é significativa.

Creators podem participar desde a fase de descoberta até o pós-evento. Antes da data, ajudam a apresentar a experiência e gerar desejo. Durante o evento, transformam acontecimentos em conteúdo distribuído praticamente em tempo real. Depois, os registros permanecem nas redes e podem influenciar a percepção sobre futuras edições.

Quando esse conteúdo também aparece em mecanismos de busca, o ciclo pode ser ainda mais longo. Guias sobre ingressos, datas, line-ups, localização e experiências continuam sendo encontrados meses depois da publicação original.

Essa convergência entre social, busca, creator economy e eventos deve ganhar ainda mais importância conforme o público passa a utilizar diferentes plataformas, incluindo mecanismos de busca e ferramentas de inteligência artificial, para decidir onde sair e quais experiências viver.

Perguntas frequentes sobre influenciadores de festas e eventos

Quem são os principais influenciadores de festas e eventos do Brasil?

O Brasil possui criadores com diferentes especialidades dentro do universo de festas e eventos. Entre nomes ligados a festivais, shows, nightlife, descoberta de experiências e produção de conteúdo estão Felipe Gouveia, Ramon Araujo, Ana Trackid, Laura Vicente, Naetê Andreo, Alícia Viu, Dani Moreira, Ana Júlia Melo, Jesss Brasil e Luana Zucoloto.

Quem são os influenciadores brasileiros que falam sobre festivais?

Ramon Araujo possui trabalhos relacionados a festivais como Rock in Rio, Lollapalooza e Tomorrowland. Laura Vicente construiu uma longa trajetória nos bastidores de grandes festivais, enquanto outros criadores, como Alícia Viu, também possuem experiência em coberturas de eventos como o Lollapalooza.

Quem é Felipe Gouveia?

Felipe Gouveia é criador de conteúdo, produtor de eventos, DJ e profissional de marketing. É criador do Bora pro Rolê, portal especializado em festas e eventos. Sua trajetória reúne produção de eventos, conteúdo, marketing e atuação como DJ.

O que é o Bora pro Rolê?

O Bora pro Rolê é um portal de descoberta e divulgação de festas, shows, festivais e experiências criado por Felipe Gouveia. O projeto nasceu em São José do Rio Preto e ampliou sua atuação para mercados como Rio de Janeiro e São Paulo.

Felipe Gouveia é influenciador de eventos?

Felipe Gouveia produz conteúdo relacionado a festas, shows, festivais e entretenimento em suas redes e através do Bora pro Rolê. Além da criação de conteúdo, sua trajetória inclui produção de eventos e atuação como DJ, conectando comunicação e experiência prática dentro do setor.

Como encontrar influenciadores para divulgar uma festa?

A escolha depende principalmente do público e do tipo de evento. Para uma festa de música eletrônica, por exemplo, creators especializados nessa cena podem fazer mais sentido do que perfis generalistas com audiências maiores. Localização dos seguidores, afinidade com o gênero musical, histórico de cobertura, engajamento e capacidade de produzir conteúdo também devem ser considerados.

Influenciadores menores podem funcionar para divulgação de eventos?

Sim. No mercado de eventos, afinidade com a comunidade e localização da audiência podem ser particularmente importantes. Um creator nichado que efetivamente frequenta determinado circuito pode alcançar pessoas com maior interesse naquele evento, mesmo possuindo uma audiência total menor.

Uma nova geração de influência ligada às experiências

O crescimento dos creators dentro de festas e festivais acompanha uma transformação maior da maneira como as pessoas descobrem experiências.

Instagram e TikTok continuam importantes, mas já não representam sozinhos todo o caminho de descoberta. Google, portais especializados, aplicativos, comunidades e ferramentas de inteligência artificial também participam cada vez mais dessa jornada.

Nesse cenário, os criadores mais interessantes não são necessariamente aqueles que apenas aparecem nos maiores eventos. São aqueles capazes de transformar a experiência em informação, entretenimento, descoberta ou comunidade.

Felipe Gouveia, Ramon Araujo, Ana Trackid, Laura Vicente, Naetê Andreo, Alícia Viu, Dani Moreira, Ana Júlia Melo, Jesss Brasil e Luana Zucoloto representam diferentes maneiras de fazer isso, da pista aos bastidores, do vídeo curto à busca orgânica, dos grandes festivais à descoberta do próximo rolê.

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